Archive for the ‘Art’ Category

I am made of pop – a dark, obscure, subversive and inspirational underground pop, but pop!!

 

[Jean-Michel Basquiat – Works from the Mugrabi Collection]

Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (2018)

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🖤 #morrissey 🖤

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[maladjusted]

Há 18 anos atrás uma amiga me levou em um show de um cara que eu não conhecia muito além do nome e de alguns hits…eu não tava preparada para o quanto essa noite, esse show, esse cara iria influenciar minha vida. Quando Morrissey entrou no palco do Opinião (Poa/RS) em fevereiro de 2000, imagino que minha cara deva ter ficado semelhante à da cena de Christiane F., quando ela assiste ao show do Bowie. Devo ter ficado catatônica o show inteiro…lembro da sensação hipnótica e de sair do show com algo diferente. Daquele dia em diante, degustei cada música dos Smiths e Morrissey, achando uma voz para traduzir meus sentimentos…em cada letra, um reconhecimento. A ajuda necessária para sobreviver que só encontramos na arte. Morrissey cantou cada dor que a existência me apresentou e me convenceu rapidinho a parar de comer carne. 18 anos vegetariana…muita gente fica incrédula com este tempo, mas para mim fez todo sentido no momento em que conheci Morrissey e nunca foi difícil.18 anos (e alguns meses), sempre contando com ele nos momentos mais sombrios, nas horas de levantar a cabeça  com o orgulho de assumir minhas escolhas sem me importar com julgamentos alheios, e até dançando sem vergonha…Morrissey me apresentou uma filosofia de vida que me serviu perfeitamente.

Passados estes 18 anos, o sentimento ao revê-lo não tem como ser descrito de outra forma se não o clichê de gratidão. Fiquei muito feliz com o lindo show, com os 90 minutos mágicos, que lavam a alma e reafirmam o myself. Além do momento mágico por si só, uma produção de show impecável, num lugar com acústica e ambientação peculiar para os padrões BR (Fundição Progresso, Rio/RJ) e um setlist que muito me agradou, pois era mais para “next steps” do que para “essentials”. Foi uma experiência necessária para aliviar este ano, tão difícil de sobreviver…Moz nos indicando para resistirmos, nos apoiando nos amigos (se tivermos algum, obviamente). Gratidão eterna para com quem também teve sua alma rejeitada por satan.

 

[Latin America Tour] Morrissey (2018)

Acabei de assistir o episódio final de Sense8.

Assisti com certa tristeza pelo cancelamento do seriado, mas não pude evitar alguns pensamentos… com certeza foi o seriado mais queer de audiência acessível que assisti nos últimos tempos.

Penso em como a menos de 2 décadas algo do universo lgbtq era bem mais restrito…

Sempre lembro e faço questão de pontuar como um avanço incrível aconteceu a partir dos anos 2000. Antes disso, tudo era bem mais difícil de acessar, em circuitos bem restritos.

Com Queer As Folk (verṣo USA 2000 Р2005) e The L Word (2004 Р2009) a tv cumpriu um de seus pap̩is sociais e naturalizou na tela os sentimentos de tanta gente ao redor do mundo, incluindo os meus, colocando em tela que ̩ ok ser quem voc̻ ̩ e gostar de quem(s) voc̻ gosta, independente do sexo e/ou g̻nero da(s) pessoa(s).

Incrível poder chegar num momento em que um seriado como Sense8 coloca tantas possibilidades de relacionamentos afetivos. ❤

Sense8 dá uma sensação de leveza e de esperança… de que é possível!!! (apesar de todo o retrocesso e intolerância que vivenciamos atualmente).

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(from: https://www.advocate.com/television/2017/6/01/fans-petition-netflix-bring-back-sense8-its-not-just-tv-show)

(one more time, thank you brainpickings for the great tip!)

“You can be lonely anywhere, but there is a particular flavour to the loneliness that comes from living in a city, surrounded by millions of people.”

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Este é meu livro 12, com o qual cumpro 100% de uma das minhas “resoluções de ano novo” / metas de 2017. (viu @patriciaphreitas 🤓😋) Mais do que isso, esse foi o meu #livrodoano … aquele que vc fica muito feliz em ler pois vai rolando uma identificação com os sentimentos da autora, parágrafo a parágrafo. Além disso, o livro me apresentou vários artistas marginais que eu ainda não conhecia e alguns detalhes de outros que eu já admirava. Aquele tipo de livro que vc gosta tanto que vai degustando com calma e receio de chegar ao fim. Obrigada @brainpicker por mais esta dica de leitura. 🖤 #booksofinstagram #📚 #acidadesolitária #livrodedomingo

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[The Lonely City] Olivia Laing (2016)

– a promessa da felicidade está numa lembrança do passado –

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[lost paradise] Luceni Hellebrandt (MVD fev 2014)

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[knotberken] Vincent van Gogh (1884)

from: Van Gogh Museum

 

[subculture] –

we look the same/we talk the same/we are the same/we are the same

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