Posts Tagged ‘PostPunk’

You think of start a revolution, but you’ll don’t
You wanna try to do something but you won’t move
You think in all of injustice but you give up
Your anarchist impulse won’t match with your nihilist soul

you’ll just give up
you’ll just give up

Se eu fizesse uma lista das coisas que me influenciaram, certamente este show estaria nela.

Na década de 90 – enquanto eu tentava lidar com as primeiras armadilhas da adolescência – existia na minha cidade natal uma videolocadora especializada em música. Entre os CDs e VHS disponíveis na Alphaveloca, este VHS certamente foi o que eu mais loquei (até conseguir um VCR emprestado e fazer uma “cópia não autorizada”).

E foi assim que eu me apaixonei pela atmosfera dark…

Assista: The Cure: In Orange – gravado no antigo teatro romano da província de Orange – França, em 9 de agosto de 1986.

(postagem original com o link do vídeo: Post-Punk.com)

Hannah Marshall carrega como marca estética o preto e branco, traduzido num profundo e lindo trabalho de arte.

Descobri ela através do Instagram, por conta das conexões com Romy (The XX) e Savages. O trabalho dela no Instagram apresenta uma bela composição de posts trípticos, Texto + Video + Foto.

FEATURE. I was asked to be involved in SEINE magazine, an annual print publication exploring women in their creative spaces. Featuring a series of interviews and portraits of influential and successful women in the arts, SEINE explores how the different spaces we inhabit can influence creative practice. “Since touring the world with her girlfriends band, Hannah Marshall left behind a successful career in fashion design and propelled herself into the music industry as a visual artist and creative director. It is apparent, however, that music has always been intrinsic in Marshall’s work. Predominantly known for her all-black aesthetic, she has previously designed bespoke clothing for musicians such as Savages, The xx, Florence Welch and Janet Jackson. With a strong focus on female musicians, Marshall has more recently directed her first music video.” Millie Grace Horton, SEINE magazine. Other women featured include: Annie Leibovitz, Katerina Jebb, Jane Birkin, Tallulah Harlech, Zoe Bedeaux, Alex Box, Antonia Marsh, Tati Compton, Julie Anne Stanzak, Amanda Harlech, Polly Brown, Anna Burns, Jessamine-Bliss Bell, Sarah Kathryn Cleaver, Drake Burnette, Claire Barrow, Rauwanne Northcott and Hannah Martin. Photo: Millie Grace Horton [@milliegracehorton for @seine.magazine] . . . . . #hannahmarshall #hannahmarshallvisualart #visualartist #visualart #creativedirector #blackminimalism #allblack #blackandwhite #monochrome #bw #bnw #womeninmusic #music #livemusic #seinemagazine

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Untitled

[just another fuckin’ day aiming 4 nothing] Luceni Hellebrandt (2016)

 

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[a vida social das coisas] Luceni Hellebrandt (2016)

 

*o título da foto foi inspirado na teoria apresentada por Arjun Appadurai no livro The Social Life of Things – Cambridge University Press, 1988.

Não consigo pensar em muitas coisas que toquem minha alma e movam minha vida tanto quanto a música. Na trilha sonora do dia a dia, algumas artistas atingiram um status tão importante na minha vida, ajudando a sobreviver em diferentes momentos. Para cada uma dessas mulheres fantásticas, gostaria de fazer um sincero agradecimento pessoalmente, felizmente para 2 eu  já consegui.

Iniciei o ano que morei em Amsterdam (nov/2014 – nov/2015) conhecendo uma pessoa fantasticamente criativa e culturalmente produtiva da atualidade, e encerrei meu período em terras europeias conhecendo outra musa inspiradora, ícone, de também grandioso destaque criativo.

Camille Berthomier (Jehnny Beth) e Patricia Lee Smith (Patti Smith), a meu ver, se assemelham em diversos aspectos da mais pura e sincera criatividade artística, com um ativismo inspirador e energético em tudo que se envolvem, mas, principalmente, se assemelham na bondade. Talvez, futuramente, se minha preguiça permitir, cada uma ganhe um post neste blog, pois a arte subversiva delas mexe com minha alma e forma parte do que sou.

As imagens do meu celular de péssima qualidade servem apenas como um registro para me lembrar dos momentos mágicos que pude compartilhar na presença delas, e da atenção com que ouviram o meu “thank you” e retornaram com sorriso no rosto e sinceridade, agradecendo a mim também.

reflex - self portrait

[reflex – self portrait] Luceni Hellebrandt (2015)